Programas de planejamento familiar objetivam apoiar indivíduos e casais a exercitarem seus direitos de escolha sobre o momento e espaçamento de suas gestações, a ter informação e serviços para agir a respeito deste direito e a serem tratados com respeito, sem discriminação. Para alcançar isto, programas devem buscar incorporar os seguintes princípios na implementação e dimensionamento de todas as Práticas de Grande Impacto.
Voluntarismo – Garantir que as decisões dos clientes sejam baseadas em ação voluntária, não coercitiva. | |
Escolha informada – Oferecer informação precisa, correta e compreensível de modo que indivíduos e casais possam tomar decisões informadas sobre saúde reprodutiva e contracepção. | |
Escolha de Método Contraceptivo – Tornar disponível e acessível a mais ampla série possível de métodos contraceptivos que sejam apropriados para o nível do serviço. | |
Centro no Cliente – Criar um ambiente seguro e não julgador que respeite e reconheça as intenções reprodutivas do cliente (postergar, espaçar ou limitar gestações), seus estilos de vida e preferências ao longo de suas vidas. | |
Alta Qualidade – Assegurar disponibilidade e produtos contraceptivos seguros e de alta qualidade e construir conhecimento, habilidades e competências de prestadores de assistência para o fornecimento de informação e serviços voluntários em planejamento familiar. | |
Continuidade da Assistência – Construir e sustentar sistemas para apoiar clientes através de um suprimento ininterrupto de contraceptivos e insumos correlatos, serviços integrados ao longo do curso de vida reprodutiva onde possível, sistemas de encaminhamento e assistência com acompanhamento. | |
Equidade – Perseguir a identificação e entendimento de barreiras sociais, étnicas, financeiras, geográficas, etárias, linguísticas e outras que possam inibir a busca por comportamentos saudáveis e uso contraceptivo voluntário e fazer ajustes programáticos para superar essas disparidades. | |
Igualdade de Gênero – Esforçar-se por incluir mulheres e homens ao remover barreiras a seus engajamentos ativos e tomadas de decisão, reconhecendo o papel do planejamento familiar em dar apoio a dinâmicas de poder mais igualitárias e relações saudáveis. |